Casas reabilitadas em Lisboa vão ser cada vez mais caras

Além dos portugueses, turistas chineses, franceses e brasileiros querem investir em força na cidade.

Prime Yield — empresa portuguesa especializada na realização de estudos, consultadoria e valorização de bens — apresentou esta quinta-feira, em Londres, o estudo “Reabilitação para Uso Residencial em Lisboa/2017”, durante a conferência “Real Estate Disrupted”, que concluiu que as zonas históricas de Lisboa, como a Baixa-Chiado e a Avenida da Liberdade, continuam a ser as mais caras para apartamentos integrados em projetos e reabilitações urbanas e que se mantêm como principal destino de investimento, com cerca de 70% em oferta de comercialização.

No entanto, conclui-se também que onde se observou maior valorização dos preços médios foi no eixo Estrela-Campo de Ourique, com 12,3%. Nas áreas históricas houve uma subida de 8,7% em relação ao ano anterior. 

A Prime Yield percebeu ainda que as tipologias T1 e T2 são as mais comuns nos projetos de reabilitação urbana para uso residencial. Estas são também as características mais procuras pelos portugueses e pelos turistas chineses, franceses e brasileiros.

Zonas como o Parque das Nações, Ajuda, Alcântara, Mouraria, a Colina de Santana e Almirante Reis são as áreas de potencial expansão deste mercado.

O estudo foi realizado sobre uma amostra de 1.465 apartamentos em Lisboa.

Fonte: nit.pt

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