Os melhores restaurantes franceses de Lisboa

Fomos à procura dos melhores restaurantes franceses de Lisboa. Encontrámos sete onde tudo é à grande e à francesa.

Esta lista dos melhores restaurantes franceses em Lisboa é uma homenagem à boa gastronomia gaulesa e um guia para encontrar pratos típicos como soup a l’oignonconfit de canard ou um valente entrecôte. Carregue nos erres e bon appétit.

La Parisienne Bistrot FrançaisLa Parisienne Bistrot Français

É um dos restaurantes mais bonitos da cidade. Lá dentro, sob arcadas de pedra centenárias, Olivier, o dono, faz questão de que tudo seja o mais fiel possível à ideia de um bistrô francês. Desde a música aos empregados de mesa, passando, claro, pela comida. Na esplanada, que não tem vista para o Sena, mas sim para o Tejo, petiscam-se bons carpaccios de robalo com óleo de pistáchio (13€), tártaros de vaca (18€) e foie gras (17€). Não saia sem beber um copo de champanhe ou sem comer o mítico crème brûlée (8€).

Varanda do RitzVaranda do Ritz

Napoleão Bonaparte e Pascal Maynard têm muito em comum. Se um liderou exércitos, o outro alimenta batalhões diariamente (só de staff do hotel são cerca de 200 funcionários). Da sua cozinha industrial, que tem quase 180 m2 e dez fogões que nunca se apagam, saem pequenos-almoços generosos (37,50€); buffets de almoços com saladas, queijos e enchidos (56€); e pratos mais refinados ao jantar, como filetes de peixe-galo com salicórnia e espargos (38€) ou bons nacos de vitela assada (47€).

LisboèteLisboète

Uma refeição neste restaurante passa (quase obrigatoriamente) por uma visita à cozinha onde Walter Blazevic, o chef francês, gosta de ser visitado pelos seus clientes. Cumprido o ritual, atire-se à comida que deixou o nosso crítico João Batalha pelo beicinho. “(…) Mandei vir o atum mi-cuit, de boa textura e apenas sujeito a um pequeno golpe de fogo. Estava soberbo, só por si, mas ainda vinha ladeado por um cannellone de beringela, molho de tomate com picante, em que dava gosto mergulhar o atum”.

Bistrô4Bistrô4

Se ainda não sabe o que é a bistronomie – o movimento francês que funde o conceito bistrô e a alta gastronomia – este é o restaurante ideal para se informar sobre o assunto. Com uma carta pensada por Benoît Sinthon, o chef do Il Gallo d’Oro, o único restaurante na Madeira com uma estrela Michelin, aqui comem-se lapas na frigideira e bolo do caco com manteiga de alho (14,50€), filetes de peixe-espada preto com crosta de tomate (16,50€) e ainda sobremesas inspiradas em Snickers, como o choc “Snick” Ben (6,50€).

Brasserie FloBrasserie Flo

É requintado q.b., com madeiras trabalhadas, candeeiros com luz ténue e cadeiras de couro estofadas. E é também um dos melhores sítios da cidade para se comer ostras francesas. O restaurante do Hotel Tivoli aposta na cozinha tradicional deste país e serve as típicas sopas de cebola gratinadas e as bisques de marisco com lavagante. Há ainda tranches de salmão com legumes, lombinhos de porco corado e tartes de maçã caseira com gelado de canela para sobremesa. Preço médio: 35€/pessoa.

Brasserie de L'EntrecôteBrasserie de L’Entrecôte

O Café de Paris, em Genebra, inventou um molho à base de manteiga que correu as bocas do mundo e foi por causa desse molho que a primeira Brasserie de L’Entrecôte abriu em Lisboa, no Chiado, em 1993 (têm mais quatro restaurantes em Lisboa e um outro no Porto). Apostam no prato único: um belo pedaço de entrecôte regado com um molho da casa que leva 18 ingredientes, entre eles mostarda de Dijon, ervas aromáticas e especiarias finas.

Comptoir ParisienComptoir Parisien

Encontra-se nas traseiras da rua mais movimentada de Belém (essa mesma, a dos pastéis) e tem uma ementa francesa até ao tutano. Exemplos? A mítica soup a l’oignon; o oeuf  Comptoir Parisien com queijo Roquefort; o obrigatório paté de campagne, feito na casa; a salada niçoise ou a chèvre chaud croustillante, com chamuças de queijo de cabra; o filete de atum grelhado em pimenta, com legumes salteados; o confit de canard (coxas de pato) com batatas gratinadas; e a tarte tatin com gelado de baunilha. Têm dois cozinheiros, um deles francês, da Bretanha, e outro português. A base, porém, é sempre a mesma: cozinha francesa, sobretudo parisiense, tal e qual como se faz em casa. E preços? Uma média de 30€, com entrada, prato e vinho – este representado pelos dois países.
Fonte: timeout.pt
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